Jogos em Unity

Jogos em Unity

(10 minutos de leitura)


Unity é uma das plataformas mais populares para o desenvolvimento de jogos atualmente. Com sua poderosa engine e recursos abrangentes, ela tem permitido que desenvolvedores de todos os níveis de habilidade criem jogos incríveis e envolventes.

Uma das grandes vantagens de usar a Unity para desenvolver jogos é a sua flexibilidade. Ela suporta uma ampla gama de gêneros, desde jogos de plataforma e quebra-cabeças até jogos de ação em primeira pessoa e simulações complexas. Através da interface intuitiva e fácil de usar, os desenvolvedores podem criar mundos virtuais cativantes e cheios de detalhes.

Unity é capaz de exportar jogos para várias plataformas, incluindo PC, consoles, dispositivos móveis e até mesmo realidade virtual. Isso significa que os jogos desenvolvidos na Unity têm um potencial de alcance global e podem ser apreciados por jogadores em todo o mundo, independentemente do dispositivo que eles estejam usando.

A criação de jogos em Unity também oferece a possibilidade de implementar recursos multiplayer. Através do uso de tecnologias de rede e servidores, os desenvolvedores podem criar experiências de jogo colaborativas ou competitivas, permitindo que os jogadores interajam uns com os outros em tempo real.

Além disso, a Unity suporta o desenvolvimento de jogos em realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR). Com a popularização de dispositivos como Oculus Rift, HTC Vive e smartphones com suporte a AR, os jogos em VR e AR têm se tornado cada vez mais populares. A Unity fornece ferramentas e recursos específicos para facilitar o desenvolvimento nesses formatos imersivos, permitindo que os jogadores experimentem mundos virtuais de uma maneira completamente nova.

Uma das grandes vantagens de desenvolver jogos em Unity é a facilidade de prototipagem. A Unity oferece um ambiente de desenvolvimento rápido, permitindo que os desenvolvedores testem ideias e mecânicas de jogo rapidamente. Isso é especialmente importante no processo de criação de jogos, onde a iteração e o refinamento são essenciais para alcançar a jogabilidade desejada.

Outro aspecto interessante é a Asset Store da Unity, uma loja online que oferece uma vasta gama de ativos prontos para uso, como modelos 3D, texturas, efeitos sonoros e scripts. Isso permite que os desenvolvedores economizem tempo e esforço na criação de ativos personalizados, concentrando-se mais na jogabilidade e na experiência do jogador.

A Unity também possui um recurso de visual scripting chamado Playmaker, que permite que os desenvolvedores criem lógica de jogo sem escrever código. Com o Playmaker, é possível criar comportamentos complexos e interações sem a necessidade de conhecimentos avançados de programação. Isso torna a criação de jogos acessível a uma ampla gama de pessoas, incluindo artistas e designers que podem não ter experiência em programação.

Além disso, a Unity oferece suporte a tecnologias avançadas, como iluminação global em tempo real, sombras dinâmicas e física realista. Isso permite que os desenvolvedores criem jogos com gráficos impressionantes e uma sensação de imersão para os jogadores.

Em Unity os objetos no jogo são compostos por entidades chamadas "GameObjects", que podem ter vários componentes associados a eles, como renderização, física, colisão, scripts, entre outros. Essa abordagem baseada em componentes oferece flexibilidade e modularidade, permitindo que os desenvolvedores organizem e gerenciem facilmente os elementos do jogo.

A linguagem de programação primária usada na Unity é o C#, uma linguagem de programação orientada a objetos. Os scripts em C# são anexados aos GameObjects e podem ser usados para controlar seu comportamento e interações com o ambiente do jogo. A Unity também suporta JavaScript, mas o uso do C# é mais comum e recomendado para desenvolvimento de jogos mais avançados.

No que diz respeito aos gráficos, a Unity suporta renderização em 2D e 3D. Para jogos em 2D, os desenvolvedores podem usar sprites e animações para criar personagens, cenários e efeitos visuais. Já para jogos em 3D, a Unity oferece suporte à criação e manipulação de modelos 3D, texturas, iluminação, sombras e efeitos especiais avançados.

A Unity possui um sistema de física integrado que permite simular o comportamento físico realista de objetos no jogo. Os desenvolvedores podem definir colisões, forças, gravidade e interações entre objetos para criar uma experiência de jogo mais imersiva e autêntica.

A Unity também fornece suporte para áudio, permitindo que os desenvolvedores adicionem efeitos sonoros, trilhas sonoras e diálogos aos seus jogos. Os desenvolvedores podem reproduzir sons, ajustar volumes e aplicar efeitos para criar uma experiência de áudio imersiva.


ALGUNS DOS JOGOS EM UNITY

A Unity tem sido usada para desenvolver uma ampla variedade de jogos em diferentes gêneros e estilos. Aqui estão alguns exemplos notáveis de jogos criados em Unity:

Cuphead - Um jogo de plataforma e ação que se destaca por sua estética visual inspirada nos desenhos animados dos anos 1930 e sua jogabilidade desafiadora.

Ori and the Blind Forest - Um jogo de plataforma e aventura com visuais deslumbrantes e uma narrativa emocionalmente envolvente.

Hearthstone - Um jogo de cartas estratégico online que se tornou extremamente popular, oferecendo batalhas de cartas emocionantes no universo de Warcraft.

Inside - Um jogo de plataforma e quebra-cabeças atmosférico com uma narrativa intrigante e uma estética visual única.

Superhot - Um jogo de tiro em primeira pessoa com uma mecânica única, onde o tempo se move apenas quando o jogador se move, criando uma experiência de combate cinematográfica e estratégica.

Kerbal Space Program - Um simulador espacial que permite aos jogadores construir e gerenciar seu próprio programa espacial, desde a construção de foguetes até a exploração de planetas distantes.

Oxenfree - Um jogo de aventura narrativa com elementos sobrenaturais, onde as escolhas do jogador influenciam a história e os relacionamentos dos personagens.

Monument Valley - Um jogo de quebra-cabeças em perspectiva onde os jogadores manipulam arquiteturas impossíveis para guiar a personagem principal por um mundo mágico e visualmente deslumbrante.

Pokémon GO - Um jogo móvel de realidade aumentada que se tornou um fenômeno global. Foi desenvolvido pela Niantic em parceria com a Pokémon Company e usa a Unity como base para sua jogabilidade imersiva.

Among Us - Um jogo de dedução social que se tornou incrivelmente popular, no qual os jogadores assumem o papel de tripulantes de uma nave espacial e devem descobrir quem é o impostor. Foi desenvolvido pela InnerSloth e alcançou um enorme sucesso em dispositivos móveis e PC.

Rust - Um jogo de sobrevivência multiplayer online em mundo aberto, onde os jogadores devem lutar pela sobrevivência em um ambiente hostil. Desenvolvido pelo Facepunch Studios, teve sua origem como um protótipo em Unity antes de se tornar um jogo completo.

Esses são apenas alguns exemplos notáveis, mas há uma infinidade de outros jogos criados em Unity abrangendo diferentes gêneros e plataformas. A Unity tem sido uma escolha popular tanto para pequenos estúdios independentes quanto para grandes desenvolvedoras, devido à sua versatilidade, recursos e facilidade de uso.

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HTML5 e CSS3

HTML5 e CSS3

(7 minutos de leitura)


Em 1991, Tim Berners-Lee projetou o HTML para possibilitar o compartilhamento de documentos de forma mais prática e rápida. Com a criação da World Wide Web, o HTML se transformou em uma ferramenta utilizada para tudo e por todos.

Em consequência do crescimento do HTML surgiu o CSS, pois quanto mais se usava o HTML, mais os desenvolvedores usavam da criatividade para deixar as páginas bonitas e estilosas. Porém, toda essa parte estética era escrita no mesmo arquivo da parte estrutural, deixando-os gigantes e cada vez mais difíceis de entender. Sendo assim, em 1995, foi criado o CSS para dar conta da parte estética da página, de forma separada da estrutura, ou seja, do papel do HTML.


HTML

Seu nome tem origem do inglês Hyper Text Markup Language, que significa “linguagem de marcação de hipertexto”, ou seja, HTML não é considerado uma linguagem de programação.

Imagine uma página web, como essa do nosso blog que você está lendo agora. É possível notar que existem diversos elementos separados, tais como cabeçalho, título, parágrafos, imagens e muitos outros. Toda a organização desses elementos é feita pelo HTML. Ele é usado para criar toda a estrutura da página e, para isso, utiliza as famosas tags para sinalizar onde cada tipo de elemento será implementado.

Por exemplo, se você deseja inserir um parágrafo na tela, poderá utilizar a tag <p></p> para isso, colocando o texto desejado dentro do elemento, como mostrado abaixo:


<p>Este é um parágrafo</p>


Resumindo, podemos dizer que existem diversas tags de diversas estruturas para montar o esqueleto da página. 

O HTML5 é uma versão aprimorada do padrão HTML original (se quer saber mais sobre HTML5 leia esse outro artigo em nosso blog).

O HTML5 foi desenvolvido para atender as crescentes demandas apresentadas pelas necessidades atuais da mídia, cross-device e internet móvel. É uma excelente ferramenta para desenvolvimento de aplicativos móveis multiplataforma porque muitos dos seus recursos foram adaptados com a consideração de acesso em dispositivos de baixa potência, incluindo Tablets e Smartphones.

O HTML5 oferece uma interface comum para tornar os componentes de carregamento mais simples. Por exemplo, o HTML5 não requer o plugin Flash porque o elemento será executado sozinho.


HTML5

Como dito anteriormente, HTML5 é a versão mais recente da linguagem de marcação usada para criar sites. Embora seja muito parecido com as versões anteriores, ela tem alguns recursos novos que são uma super mão na roda. 

Abaixo seguem os principais benefícios do HTML5:

- O HTML5 tem reprodução de vídeo e áudio, nas versões anteriores, os desenvolvedores eram obrigados a usar programas de terceiros para reproduzir vídeos e áudios. Isso acabava gerando muitos erros. O HTML5 resolveu este problema com todo o suporte para vídeo e áudio.

- O HTML5 oferece armazenamento em cache offline, assim os visitantes podem carregar determinados elementos em uma página da Web sem uma conexão ativa da internet (mas para isso é preciso que ele tenha acessado o site antes). Se a conexão de internet de um visitante for baixa, ele ainda pode carregar os elementos principais do site.

Agora, como como é possível deixar esse parágrafo colorido? Ou mudar a fonte da letra? Aí entra a nossa próxima tecnologia: CSS.


CSS

Cascading Style Sheet, mais conhecido como CSS, é uma linguagem de estilos que, assim como o HTML, não é considerada uma linguagem de programação. Ela é responsável por separar a parte estrutural da aplicação (que ficará nas mãos do HTML) da parte estética. Para utilizar o CSS, usamos da seguinte sintaxe:


strong {
	color: blue;
}

h1 {
	font-style: italic;
}


O seletor será o elemento que iremos estilizar (pode ser uma tag, uma classe, um identificador, etc.), a propriedade é o que queremos alterar (color, font-size, width, etc) e o valor é a alteração a ser feita.

Ao usar uma tag HTML, como a do exemplo acima, pode-se estilizá-la assim para que os parágrafos fiquem azuis.


p {
    color: blue;
}


Uma coisa bem interessante do CSS é que ele pode ser escrito dentro de um arquivo HTML, utilizando o style como elemento <style> ou como atributo de algum outro elemento <p style=””>. Assim como também pode ser escrito em um arquivo separado, apenas de CSS, importando-o no documento HTML da seguinte forma:


<link rel=”stylesheet” href=”nome_do_arquivo_css.css”>


É importante destacarmos que há a possibilidade de usar mais de um arquivo CSS ao mesmo tempo, para estilizar a aplicação. Daí a palavra “cascata”. Isso permite várias interações diferentes, porém é preciso tomar cuidado para não se perder e deixar o código confuso, seguindo sempre as regras para isso.


CSS3

O CSS sempre foi uma ferramenta extraordinária, com a qual se realiza inúmeros projetos de forma fácil, rápida e eficaz.  Essa nova versão, a CSS3, é ainda mais simples e foi muito bem aceita pela dos desenvolvedores web. 

Abaixo listamos as principais mudanças no CSS3:

- CSS3 é compatível com as versões antigas da linguagem, ou seja, os designers não precisam abandonar os trabalhos que fizeram com as versões anteriores ao CSS3. Essa nova linguagem pode ser retrabalhada em módulos antigos também. No entanto, pode haver alguns problemas de velocidade durante a conversão.

- CSS3 é feito de pequenos módulos que tornam a aplicação mais fácil e simples de usar. Seletores, cores, fundos, bordas, efeitos de texto e transformações 2D ou 3D são alguns dos módulos mais úteis que o CSS3 oferece.

- CSS3, por ser independente, carrega muito mais rápido que os seus precursores. Ela é bastante compatível com todos os navegadores disponíveis. Os módulos individuais também ajudam a economizar muito tempo durante o desenvolvimento, implementação e final da produção.


CONCLUSÃO

Com o uso do HTML5 e o CSS3, as empresas estão, cada vez mais, desenvolvendo e expandindo conteúdo na web e aplicativos com o propósito de criar páginas e sistemas bem definidos e precisos que podem ser acessados em diferentes dispositivos, navegadores e sistemas operacionais.

Portanto, conhecer bem a fundo essas duas linguagens irá fazer com que você se destaque no mercado de trabalho. Sem dizer que com eles você economiza tempo, deixa seu código mais curto e diminui as chances de erros.

Se você estava na dúvida se valeria a pena estudar essas duas linguagens, pode se jogar que com certeza não irá se arrepender.


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HTML5

HTML5

(8 minutos de leitura)


HTML5 é a nova versão do HTML. Mas antes de falarmos dessa nova versão vamos falar um pouco da história do HTML?


HTML

Com o surgimento da internet foi preciso criar uma linguagem que fosse entendida por meios de acesso diferentes. Assim, Tim Berners-Lee desenvolveu o HTML. Na década de  1990, quando o browser desenvolvido por Marc Andreessen, o Mosaic, se popularizou, o HTML ganhou força e foi adotado por outros desenvolvedores e fabricante de browsers, compartilhando as mesmas convenções.

HTML é uma abreviação de Hypertext Markup Language, ou seja, Linguagem de Marcação de Hipertexto, ou seja, é linguagem usada para a publicação de conteúdo (texto, imagens, vídeos, áudio etc.) na web.

HTML é baseado no conceito de hipertexto, ou seja, conjuntos de elementos ligados por conexões, que podem ser palavras, imagens, vídeos, áudio, documentos etc. que quando conectados, formam uma grande rede de informação. A conexão feita em um hipertexto é algo imprevisto que permite a comunicação de dados, organizando conhecimentos e guardando informações relacionadas.

Entre 1993 e 1995, surgiram novas versões (HTML+, HTML 2.0, HTML 3.0) onde foram propostas diversas mudanças para enriquecer as possibilidades da linguagem, mas, ela ainda não era tratada como padrão. Apenas em 1997, o grupo de trabalho do W3C, trabalhou na versão 3.2, fazendo com que ela fosse tratada como prática comum.

Em 2004, foi fundado o WHATWG (Web Hypertext Application Technology Working Group) por desenvolvedores de empresas como Mozilla, Apple e Opera, onde se iniciou o trabalho de escrever a nova versão do HTML, o HTML5.


HTML5 – O QUE É?

Como dito no início do texto, HTML5 é a nova versão do HTML. 

HTML5 é uma linguagem de marcação de hipertexto que apresenta e estrutura o conteúdo web, sendo que esse novo padrão é para HTML, XHTML e HTML Dom. 

O HTML 5 permite adicionar novos elementos e funções, como por exemplo tags de vídeo e áudio e elementos canvas. E seu principal objetivo é facilitar a manipulação dos seus elementos, possibilitando a modificação das características dos objetos de forma não intrusiva, fazendo com que isso fique explícito para o usuário final.

Se compararmos HTML5 com seus antecessores notamos que ele tem uma séria de recursos adicionais, tais como: 

1) Suporte ao armazenamento de mídias offline;

2) Elemento de conteúdos mais específicos, como rodapé, cabeçalho, navegação;

3) Doctype mais simples;

4) Áudio e suporte à incorporação de vídeo.

Outra característica interessante do HTML5 é que ele fornece ferramentas para o CSS, Cascading Style Sheets, (para saber mais sobre CSS, leia nosso artigo), e o JavaScript (leia nosso texto para saber mais sobre JS) fazerem seu trabalho da melhor maneira possível, assim o site consegue ser leve e funcional.

Além do código no HTML5 ser escrito de maneira diferente a organização da página também é. Ela passou a ser mais semântica e com menos códigos, aumentando a interatividade sem a necessidade de instalar plug-ins que muitas vezes causava perda de performance. Já o código passou a ser interpolável, ou seja, está pronto para futuros dispositivos, facilitando a reutilização da informação de diversas maneiras.


ESTRUTURAS DO HTML5

A estrutura básica do HTML foi mantida no HTML5, a única alteração foi no doctype.

O objetivo do HTML5 é melhorar a experiência da web para seus usuários finais e também para os devs. A sua maior qualidade é que passou a ter suporte de áudio e vídeo em alto nível, o que não existia nas versões anteriores.

Agora listamos outras diferenças entre as versões HTML e HTML5.

1) SVG (scalabel vector graphics) – canvas e outros gráficos vetoriais são suportados em HTML5, enquanto no HTML o uso de gráfico vetoriais só era possível se usado em conjunto com diferentes tecnologias, como por exemplo: Flash, VML, Silverlight, etc.

2) HTML5 usa banco de dados SQL da web com cachê de aplicativos para armazenamento temporário de dados, enquanto isso, o HTML usa apenas o cachê do navegador. 

3) O HTML5 não é baseado no SGML (Standard Generalized Markup Language), permitindo que tenha regras de análise aprimoradas, que proporcionando melhor compatibilidade.

4) No HTML5, MathML inline e SVG podem ser usados no texto, isso não era possível em HTML. 

5) Alguns elementos que foram deixados de lado são no HTML5 são: isindex, noframes, acronym, applet, basefont, dir, font, frame, frameset, big, center, strike e tt. 

6) O HTML5 suporta novos tipos de controles de formulário, como datas e horas, e-mail, número, intervalo, TEL, URL, pesquisa etc.


NOVOS ELEMENTOS DO HTML5

Muitos elementos da versão 4.0.1 foram excluídos na versão 5, uns por nunca terem sido usados, outros por estarem obsoletos e, ainda, os que eram usados indevidamente. A nova versão traz novidades que proporcionam ao usuário uma melhor estrutura, desenho e conteúdo multimídia.

As novidades da versão 5 estão ligadas diretamente às necessidades de suporte independente aos novos formatos de conteúdo multimídia, as novas funcionalidades de semânticas e a acessibilidade. 

Entre elas destacamos as seguintes:

1) Inclusão do canvas que permite desenhar gráficos em uma página web. Na versão anterior essa tarefa era realizada com a utilização de plugins externos. Com isso, é possível, via JavaScript, controlar todos os pixels, além de desenhar vários elementos gráficos, como círculo, retângulo, elipse, linha, texto, imagens etc.

2) Inclusão dos elementos vídeo e áudio para reprodução multimídia. Assim, mais uma vez há integração de plugins externos. Com essa inclusão de tags, o HTML5 dá suporte para a reprodução de áudio e vídeo, sem a necessidade de utilizar mecanismos externos.

3) Melhor suporte para armazenamento local, sendo que o HTML5 oferece dois novos objetos para armazenar dados localmente: SessionStorage, que armazena dados durante uma sessão ativa, e LocalStorage, que armazena dados sem limite de tempo.

4) Inclusão de novos elementos de conteúdo específico, já que muitos elementos da versão 4.0.1 foram excluídos da nova versão, que traz novos elementos.

5) Inclusão de novos controles para formulário para facilitar a vida dos devs, diferentemente da versão 4.0.1, que possuía uma escassa quantidade de controles para formulários. Apenas o elemento input permaneceu, mas ganhou novos valores para o atributo type, permitindo maior controle sobre a entrada de dados pelo usuário.

6) Total suporte ao CSS3. Com essa integração, as páginas webs conseguem receber os mais variados tipos de estilos como sombra nos textos e quadros, efeitos de transição, quadro com cantos arredondados e vários recursos novos que o CSS3 oferece.


CONCLUSÃO

Como dito anteriormente, o HTML5 vem com muitas novidades, desde a incorporação de vídeo e de áudio, até a utilização do elemento canvas. A linguagem de marcação também oferece múltiplos novos elementos, trazendo melhor compatibilidade com regras de análise aprimoradas.

Sendo assim, é essencial que os programadores aprendam, o mais rápido possível, sobre HTML5, para que consigam maximizar o potencial dos navegadores modernos. 


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Figma

O que é Figma?

(7 minutos de leitura)


Basicamente, o Figma é um editor de gráficos vetoriais e ferramenta de prototipagem.

A ferramenta é semelhante a outras ferramentas de design populares, como Sketch e Adobe XD. Uma das coisas que diferencia o Figma são seus recursos colaborativos. Afinal, várias pessoas podem trabalhar no mesmo arquivo ao mesmo tempo, o que é ótimo para projetos em equipe.

No Figma, objetos vetoriais como linhas, formas e texto podem ser criados e editados com extrema facilidade. Esses objetos podem receber cores, gradientes ou padrões diferentes.

O software criado por Dylan Field e Evan Wallace, em 2012, também possui uma biblioteca integrada de ícones vetoriais que podem ser usados em projetos. Vale lembrar que o Figma está disponível para os principais sistemas operacionais, como MacOS, Windows e Linux.


O BÁSICO: COMO USAR FIGMA

Sabemos que projetar pode ser uma tarefa bastante demorada, mas com o Figma o processo pode ser mais rápido e eficiente.

A Figma é conhecida por suas ferramentas de design baseadas em vetores que permitem uma fácil colaboração entre os membros da equipe. Como resultado, é uma plataforma ideal para quem trabalha com web ou design de aplicativos, iconografia e ilustrações. O software também possui uma biblioteca integrada de componentes reutilizáveis, o que torna o início de novos projetos rápido e fácil.


PROJETANDO COM FIGMA: DICAS E TRUQUES

Projetar com o Figma é uma ótima maneira de criar designs de alta qualidade com rapidez e facilidade. Aqui estão algumas dicas e truques para ajudá-lo a tirar o máximo proveito do Figma.

1) Ao executar um novo design, comece escolhendo um modelo que melhor se adapte às suas necessidades. Isso economizará tempo a longo prazo e ajudará a garantir que seus projetos sejam consistentes.

2) Use camadas para organizar seus elementos de design. Isso tornará mais fácil editar e alterar as coisas mais tarde.

3) Não tenha medo de experimentar! O Figma é uma ótima ferramenta para experimentar novas ideias e ver o que funciona melhor para o seu projeto.

4) Aproveite os poderosos recursos de colaboração do Figma ao trabalhar em projetos de equipe. Dessa forma, todos podem permanecer na mesma página e garantir que as alterações sejam feitas sem problemas.


COLABORANDO COM OUTRAS PESSOAS NO FIGMA

Como designer, é importante ser capaz de trabalhar bem com os outros. É por isso que o Figma é uma ótima ferramenta para colaboração. Com o Figma, você pode compartilhar facilmente seus designs com outras pessoas e obter feedback em tempo real. Além disso, não há necessidade de se preocupar com problemas de compatibilidade de arquivos, pois o Figma está disponível em todas as principais plataformas. 

Aqui estão algumas dicas para colaborar com outras pessoas no Figma:

1) Certifique-se de que todos tenham uma conta de usuário. Para editar um design no Figma, você precisará ter uma conta de usuário. Portanto, antes de começar a trabalhar em um projeto com outra pessoa, verifique se ela se inscreveu em uma conta.

2) Crie uma pasta compartilhada. Depois de ter uma conta de usuário, você pode criar uma pasta compartilhada para seu projeto. Isso permitirá que ambos acessem os mesmos arquivos e façam alterações em tempo real.


FIGMA VS OUTRAS FERRAMENTAS DE DESIGN

Existem muitas ferramentas de design disponíveis no mercado hoje. E Figma é uma delas. Figma é um editor de gráficos vetoriais e ferramenta de prototipagem. É baseado na web e tem planos gratuitos e pagos. O Figma é semelhante a outras ferramentas de design, como Adobe XD, Sketch e Inkscape. Então, o que diferencia o Figma do resto?

O Figma possui vários recursos que o tornam único. Um dos seus recursos é a possibilidade de colaboração em tempo real. Isso significa que várias pessoas podem trabalhar no mesmo design ao mesmo tempo. Outra característica é a facilidade de uso. O Figma foi projetado para ser amigável e fácil de aprender.


BENEFÍCIOS DO FIGMA

Figma é um editor que possui uma enorme gama de pontos positivos que, na certa, podem atrair a sua atenção. Sem dúvidas, um deles é que o Figma usa uma interface baseada em navegador, o que facilita, e muito, o uso e o aprendizado.

Além disso, o Figma também é ótimo para colaboração, pois vários usuários podem trabalhar no mesmo arquivo ao mesmo tempo. Ele também possui uma extensa biblioteca de plugins que podem ser usados para estender sua funcionalidade.

No geral, o Figma é uma ferramenta de design poderosa e fácil de usar, perfeita para designers individuais e equipes que trabalham em projetos juntos.


E OS MALEFÍCIOS?

Como nem tudo são flores, o Figma tem alguns pontos negativos que o impedem de ser a melhor ferramenta de design para todos. Por isso, o melhor a fazermos é informar a você sobre os principais deles.

Uma desvantagem potencial é que é um programa baseado na web, por isso requer uma conexão com a Internet para usar. Isso significa que, se você estiver trabalhando em um projeto offline, não poderá acessar o Figma.

Além disso, os tamanhos de arquivo do Figma podem ser bastante grandes, o que pode tornar o computador lento e dificultar o trabalho com projetos complexos.


CONCLUSÃO

Como designer, existem muitas razões pelas quais você deve aprender o Figma. O Figma é uma poderosa ferramenta de design que permite criar designs complexos com facilidade. A Figma também tem uma enorme comunidade de designers que estão sempre dispostos a ajudar e apoiar uns aos outros.

O Figma também está constantemente aprimorando e adicionando novos recursos, tornando-se uma ferramenta essencial para qualquer designer. Se você ainda não está usando o Figma, agora é a hora de começar a aprender!


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CSS

CSS

(6 minutos de leitura)


CSS, Cascade Style Sheet, em português Folha de Estilos em Cascata, não é uma linguagem de programação e sim uma folha de estilo composta por camadas e utilizada para definir a apresentação (aparência) em páginas web que adotam no seu desenvolvimento linguagens de marcação, como XML, HTML e XHTML. 

O CSS define como serão exibidos os elementos contidos no código de uma página da internet e sua maior vantagem é efetuar a separação entre o formato e o conteúdo de um documento.

Quer saber mais sobre o assunto, vem ler nosso artigo de hoje!


O QUE É CSS?

CSS é uma maneira de dar estilo a um código criado por linguagens como HTML, XML ou XHTML. De maneira bem simples, o CSS funciona como uma camada de personalização ao conteúdo que o usuário consegue ver.

As linguagens como HTML, XML e XHTML foram idealizadas para serem funcionais e, por serem de marcação, com a evolução da internet precisaram ser aperfeiçoados. Assim o CSS foi criado uma vez que o HTML não era capaz de compreender todas as necessidades que um programador tinha para criar padrões de formatação nas páginas. O CSS, veio como uma solução para aprimorar a estética dos sites.

Por meio dele, é possível separar formatos de conteúdo, bem como definir como serão exibidos em cada página.


POR QUE O CSS FOI CRIADO?

Como a cada dia usamos mais e mais a internet, foi necessária uma evolução dos recursos de programação, uma vez que as páginas da internet estavam adotando mais estilos e variações para deixá-las mais atrativas para os usuários. Dessa maneira, as linguagens de marcação simples como o HTML, que era destinada para apresentar os conteúdos também precisou aprimorar.

Inicialmente, a solução foi criar tags e atributos de estilo para o HTML, assim ele passou a exercer tanto a função de estruturar o conteúdo quanto de apresentá-lo para o usuário final. No entanto, os desenvolvedores começaram a ter problemas com isso, uma vez que não havia uma forma de definir, um padrão para todos os cabeçalhos ou conteúdos em diversas páginas. Ou seja, as alterações teriam que ser feitas manualmente.

Assim, dessa dificuldade, nasceu o CSS. Inicialmente ele foi desenvolvido para habilitar a separação do conteúdo e formato de um documento (na linguagem de formatação usada) da sua apresentação, incluindo elementos como cores, formatos de fontes e layout. Esta separação proporcionou uma maior flexibilidade e controle na especificação de como as características serão exibidas, permitindo um compartilhamento de formato e reduzindo a repetição no conteúdo estrutural de uma página.

Dessa maneira, as linguagens de marcação passaram novamente a exercer sua função de marcar e estruturar o conteúdo de uma página enquanto o CSS se responsabiliza pela aplicação dos estilos e aparência. 

E como o CSS faz isso? Por meio da criação de um arquivo externo que contém todas as regras aplicadas e, com isto, é possível fazer alterações de estilo em todas as páginas de um site de forma fácil e rápida.

O CSS também permite que as mesmas marcações de uma página sejam apresentadas em diferentes estilos, conforme os métodos de renderização, como em uma tela, impressão, via voz, baseadas em dispositivos táteis etc. A maioria dos menus em cascata, estilos de cabeçalho e rodapé de páginas da internet, por exemplo, atualmente são desenvolvidos em CSS.


COMO FUNCIONA O CSS?

Com o CSS pode-se fazer alterações rápidas de layout, como definição de cores e fontes. Isso proporciona não apenas a facilidade de personalização, mas também ajuda a diminuir a repetição de conteúdo na estrutura do código. Afinal, se esse tipo de configuração pode ser feito na folha de estilo, não precisaria se repetir diversas vezes na própria linguagem.

Agora que você já compreendeu como surgiu e como é, seu funcionamento, está na hora de entender para que serve o CSS. A seguir, elencamos alguns pontos que o fazem essencial na programação.

- Criação de animações - proporcionam uma experiência mais atrativa ao usuário, em comparação com páginas estáticas, e merecem maior atenção na execução de estruturas;    

- Criação de efeitos visuais - sobrepostos, como o Parallax, criam layouts diferenciados, com imagens que possuem profundidade, e se tornam mais agradáveis para a experiência;

- Sites dinâmicos - outra possibilidade criada pelo CSS, possibilitando a criação de páginas responsivas, transições, contas personalizadas e textos ou caixas que mudam de cor conforme a navegação;

- Landings pages - páginas para captação de leads ou dados de visitantes que contam com componentes gráficos em destaque e formulários de preenchimento de dados. O CSS é responsável por isso.


VANTAGENS DO CSS

Aqui vai uma lista das vantagens de usar CSS:

- Possibilidade do controle do layout de vários documentos a partir de um único arquivo CSS;

- Aplicação de layouts diferentes de acordo com o dispositivo utilizado, possibilitando o layout responsivo;

- Possibilidade de manter a formatação em diferentes navegadores;

- Aplicação de técnicas mais sofisticadas de desenvolvimento;

- Menor consumo de internet e melhor desempenho devido ao reuso do mesmo código de formatação em várias páginas;

- Mudanças simples e ágeis na seção visual da página, sem afetar o conteúdo do arquivo;

- Códigos mais limpos e organizados, graças à menor quantidade de atributos e propriedades; 

- Folhas de estilo multifuncionais.


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Acessibilidade Digital

Acessibilidade Digital

(7 minutos de leitura)


Já parou para pensar na necessidade de acessibilidade em produtos digitais? Com o mundo cada vez mais digital, é importante que as marcas incluam soluções para que pessoas com deficiência possam ter acesso ao conteúdo digital.

Assim como os ambientes físicos como lojas, edifícios e ruas, por exemplo, precisam ser acessíveis, um site também precisa ser. Isso porque, de acordo com o site The World Bank, um bilhão de pessoas, cerca de 15% da população mundial, sofrem com algum tipo de deficiência.

Mas você sabe o que é a acessibilidade em produtos digitais? É o que falaremos neste artigo. Confira e saiba mais sobre sua importância.


O QUE É ACESSIBILIDADE DIGITAL

A acessibilidade digital tem sido um tema quente nos últimos anos. Não se trata apenas de tornar os sites acessíveis a pessoas com deficiência, mas também de tornar os sites utilizáveis por todos.

É o processo de garantir que todas as pessoas possam acessar serviços e conteúdos digitais usando tecnologias assistivas, como leitores de tela para pessoas com deficiência visual, por exemplo.

O uso de ferramentas assistivas elimina as barreiras que impossibilitam que todos tenham acesso a websites e informações disponíveis na internet. Ou seja, possibilita uma web acessível para todos!


POR QUE A ACESSIBILIDADE EM PRODUTOS DIGITAIS É IMPORTANTE?

A resposta para essa pergunta é simples. Você já passou por situações em que precisou da ajuda de terceiros para realizar tarefas básicas? Depender de outras pessoas é chato, certo? E é por isso que a acessibilidade é importante!

A cartilha Acessibilidade na Web, produzida pelo W3C Brasil, define a acessibilidade na web como “a possibilidade e a condição de alcance, percepção, entendimento e interação para a utilização, a participação e a contribuição, em igualdade de oportunidades, com segurança e autonomia, em sítios e serviços disponíveis na web, por qualquer indivíduo, independentemente de sua capacidade motora, visual, auditiva, intelectual, cultural ou social, a qualquer momento, em qualquer local e em qualquer ambiente físico ou computacional e a partir de qualquer dispositivo de acesso”.

Em outras palavras, a falta de acessibilidade gera a perda de autonomia na execução de tarefas cotidianas essenciais. E se engana quem pensa que apenas PCDs se beneficiam dessa inclusão!

Idosos, analfabetos funcionais, pessoas com problemas de visão, além de portadores de doenças invisíveis como esclerose múltipla, lúpus, artrite, depressão, entre outras que causam lesões físicas e mentais que implicam em usuários que precisem de acessibilidade, ainda que de forma temporária, estão incluídos na lista de beneficiados.


POR QUE DEVO ME PREOCUPAR EM CONSTRUIR UMA EXPERIÊNCIA INCLUSIVA?

Como visto anteriormente, a acessibilidade é importante para garantir que todas as pessoas tenham as mesmas oportunidades e possam participar da sociedade. Também permite que as pessoas possam acessar conteúdo digital, que é um aspecto muito importante de uma experiência inclusiva.

Portanto, investir em acessibilidade digital é ajudar na democratização do acesso à web.

Com um site acessível você permite, por exemplo, que uma pessoa cega faça uma compra sem pedir ajuda. Do contrário, é impedir que milhões de potenciais consumidores, profissionais e parceiros tenham acesso ao seu conteúdo.


COMO CRIAR CONTEÚDO WEB ACESSÍVEL?

O conteúdo acessível da Web é criado para ajudar as pessoas com deficiência a navegar pela Web e interagir facilmente. Isso inclui conteúdo baseado em texto, áudio, vídeo e software interativo, que pode ajudar as pessoas a usar a web sem problemas.

A seguir, listamos algumas boas práticas de conteúdo e design acessíveis que podem ser adotados na web. Confira!


LINGUAGEM DESCRITIVA

Ao escrever, é importante usar uma linguagem descritiva que ajude seus leitores a entender o que você está falando sem ter que adivinhar o significado. Por exemplo, em vez de dizer "o céu estava azul", você poderia dizer "o céu estava de um azul claro e nítido". Isso permite que pessoas com deficiência visual ou alguma outra deficiência que as impeça de ver as cores também aproveitem seu trabalho.


USO DE TEXTO ALTERNATIVO

O texto alternativo assistido é um estilo de texto projetado para ajudar pessoas com deficiência. Isso os ajuda a navegar na web e interagir nela com facilidade.

A ferramenta ajuda pessoas deficientes visuais, disléxicas ou com outras deficiências a usar a web. A tecnologia funciona substituindo imagens por palavras e frases descritivas que retratam o que está acontecendo em cada imagem.


LEGENDA NOS VÍDEOS

Se você não está acostumado a legendar seus vídeos, isso pode criar barreiras para pessoas com deficiência auditiva ou ensurdecidas. Além disso, você perde a visualização daqueles que têm o hábito de assistir a vídeos nas redes sociais com o áudio desativado.

Por isso, é essencial adicionar o closed caption, que em português significa legenda oculta. O recurso permite a transcrição das falas junto à descrição de elementos importantes na narrativa, desde aplausos, suspiros, gritos e até o silêncio.


TEXTOS DE FORMA ASSISTIVA

A organização e o fluxo de informações podem ser um problema para pessoas com deficiência visual. Para tornar a informação acessível a esse público, priorize:


FONTES BÁSICAS

Fontes serifadas, cursivas e fantasia podem não ser uma boa escolha. Isso porque elas são difíceis de serem lidas por pessoas com problemas de visão e com deficiência visual situacional.


ESCREVA DE MODO ASSISTIVO

Para tornar um texto acessível, é preciso pensar na estrutura semântica e na construção gramatical dele. Frases e parágrafos extensos, além do uso da voz passiva e de figuras de linguagem, podem dificultar a compreensão do conteúdo de muitos usuários.


ALINHAMENTO A ESQUERDA

O texto justificado à esquerda é uma estratégia de escrita útil quando você está projetando algo que será visto pelo maior número possível de pessoas. Ele pode ajudar a tornar o conteúdo mais fácil de ler, independentemente do seu computador ou tamanho da tela.


OPTE SEMPRE PELO CONTRASTE E VISIBILIDADE

As Diretrizes de Acessibilidade ao Conteúdo da Web (WCAG) recomendam que a taxa de contraste seja de, no mínimo, 4.5:1 para textos normais. A escolha de cores é importante porque nem todos conseguem fazer a distinção de todas as cores, como no caso de pessoas que sofrem com daltonismo.


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Referências:
https://bit.ly/3aSyRgu
https://bit.ly/3aX6SfL
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Dicas de Comunicação para UX Designers

Dicas de Comunicação para UX Designers

(6 minutos de leitura)


COMUNICAÇÃO PARA UM UX DESIGNER

Entender quais são as principais dicas de comunicação para UX designers é essencial. Mas você sabe o motivo? O design UX visa garantir que todos os aspectos da experiência do usuário sejam bem comunicados. Com essa comunicação adequada, esses profissionais podem ver claramente o que seus usuários desejam e precisam, sabendo entender cada projeto e ouvir feedbacks para melhorar ainda mais seus serviços.

Neste sentido, a comunicação é importante porque os ajuda a compreender melhor seus usuários e stakeholders, além de fornecer-lhes os serviços certos. Se um designer não se comunicar bem com seus clientes, eles não poderão fornecer o serviço de qualidade que esperam e, como resultado, perderão credibilidade.

A importância da comunicação no design de UX aumentou ao longo do tempo devido ao uso crescente de materiais digitais em sites, aplicativos, e desenvolvimento de software.  Isso também levou a um aumento nas atribuições dos designers de UX, porque eles são responsáveis por manter os principais pontos de contato com os clientes e garantir que todos fiquem satisfeitos com o produto final.

Neste nosso novo conteúdo, vamos explicar um pouco mais sobre as principais dicas de comunicação para UX designers e quais são as orientações para melhorar as suas habilidades de comunicação. Confira nosso conteúdo completo abaixo!


DICAS DE COMUNICAÇÃO PARA UX DESIGNERS

Não se discute que as habilidades de comunicação são essenciais para praticamente todos os profissionais no mercado de trabalho. No entanto, existem alguns setores de atuação que precisam se dedicar ainda mais ao desenvolvimento desses skills, como por exemplo o UX Designer.

Antes mesmo de começar a enumerar e separar em tópicos algumas das principais dicas, já podemos dar uma ênfase maior em uma dica específica: não faça suposições sobre o que seus stakeholders sabem ou não e sobre certos tópicos que você pode ser questionado durante entrevistas ou apresentações. Jamais vá para uma reunião sem ter feito uma pesquisa com antecedência para que possa responder às perguntas de maneira adequada e no “nível de compreensão” deles. Em muitos casos, esses stakeholders acabam sendo uma espécie de manager ou product manager, e precisam de respostas para todas a perguntas.

Abaixo, veja um pouco mais sobre nossas principais recomendações para você, que trabalha como UX designer, desenvolver mais suas habilidades de comunicação e criar maior credibilidade na sua área de atuação.


1) UX DESIGNER NÃO FAZ MILAGRE

Apesar dos designers de UX gastarem muito tempo analisando dados, o que os ajuda a apresentar uma compreensão realmente profunda do problema em questão e a apresentar recomendações que podem ser implementadas pela equipe imediatamente, é fato que, sozinhos, eles não fazem milagres.

Assim como qualquer outro profissional, um UX designer também tem suas limitações de criação e possibilidades de projeções. Nesses casos, é recomendado que se faça uma reunião de brainstorm para tentar entender melhor o projeto e, assim, ideias podem acabar surgindo.

O interessante nisso tudo é notar que existem casos muito complexos e, assim, exigir muito do profissional pode ser perigoso e aumentar seu nível de stress. É essencial tentar identificar onde está a dificuldade no projeto, pois muitas vezes pode não estar no trabalho desempenhado pelo UX designer.


2) EMPATIA E PODER DE CONVENCIMENTO PARA TRANSMITIR UMA IDEIA

Empatia é uma habilidade importante para designers de UX porque eles precisam saber como se conectar com seu público em um nível emocional.

Esta tarefa pode ser difícil, pois todos processam as informações de maneira diferente, mas uma maneira de ter certeza de que você não está perdendo nada é observando seus pensamentos enquanto trabalha em um projeto e, em seguida, refletir sobre eles.

A capacidade de trabalhar com dados também pode influenciar a maneira como transmitimos ideias. É importante, assim, que designers de UX ou redatores estejam mais atentos e entendam como transmiti-las.


3) SEJA PROATIVO

Alguns designers de UX não são proativos o suficiente durante as reuniões, o que pode fazer com que algumas coisas deem errado no projeto.

Isso os leva a ficarem desmotivados e, por fim, a sair da empresa. Eles devem participar ativamente das reuniões para levantar ideias, entender o feedback do cliente e estar ciente de todas as características dos usuários.

Isso garantirá a assertividade no trabalho prestado e, consequentemente, trará credibilidade ao profissional. Assim, a maneira como os designers de UX devem agir durante as reuniões é:

a) Fornecimento de feedback relevante
b) Ouvir feedback de outras pessoas
c) Fornecer críticas construtivas para melhorar sua abordagem de design


4) OUÇA FEEDBACKS PARA ACHAR A MELHOR SOLUÇÃO

Quando você está no processo de elaboração de um projeto de UX design, a primeira coisa que você deve fazer é ouvir o feedback do seu público-alvo. Você não deve seguir apenas sua intuição ou pelo que você acha que é melhor.

O designer UX deve ser capaz de adaptar seu trabalho de acordo com o feedback que recebe do público-alvo. Se ele achar que eles têm muitas reclamações sobre recursos específicos, pode-se reservar um tempo e redesenhar esse recurso para torná-lo melhor.

Esta atitude ajudou a criar uma série de novidades que se tornaram tendências no mercado de desenvolvimento de sites, por exemplo. No caso, podemos especificar citando a criação de modelos de jogos para daltônicos ou elaboração de plug-ins para leitura dos textos em determinadas páginas para pessoas com deficiência visual. Esses são ótimos cases de sucesso relacionados ao bom trabalho de UX.


5) UM BOM DESIGNER DEVE ESCUTAR MAIS AS PESSOAS DO QUE FALAR

Um design UX ruim geralmente significa uma experiência do usuário frustrante, na qual as pessoas podem não estar interessadas. Projetos UX bons são aqueles que fazem as pessoas se sentirem bem e tornam o uso do produto mais acessível para elas.

Bons designers de UX entendem melhor seus usuários e frequentemente se envolvem com eles para obter feedback sobre o seu trabalho. Os designers de UX ruins estão muito focados no que querem e não percebem como suas decisões afetarão os outros.

Logo, um bom design de UX é frequentemente descrito como intuitivo ou amigável, o que na maioria das vezes se traduz em uma boa experiência do usuário.


UX DESIGNER

A profissão de UX Designer está crescendo de maneira muito rápida nos dias de hoje, para se ter ideia, uma pesquisa realizada pela NN/g (Nielsen Norman Group) apontou que, entre os anos de 1983 e 2017, a profissão de UX cresceu de 1.000 para cerca de 1 milhão de profissionais no mundo.  A pesquisa ainda indicou que a previsão é de que cerca de 100 milhões de pessoas ingressem nesta profissão até 2050.

Devemos lembrar que a área de UX Design está em ascensão e a profissão de UX Designer está sendo bem cobiçada. Isso se deve não somente pelo bom salário que ela oferece, mas por diversas outras razões que vão desde flexibilidade até satisfação por impactar a vida de várias pessoas através de projetos de Design. Então aprimore a sua habilidade de comunicação para ter cada vez mais sucesso na sua carreira!


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Designer e Desenvolvedor trabalhando em harmonia

Designer e Desenvolvedor trabalhando em harmonia

(7 minutos de leitura)

SEPARADOS PELA MATERNIDADE, UNIDOS POR PIXELS

Ainda é possível ouvir que, para algumas pessoas, existem obstáculos e tabus na relação entre designers e desenvolvedores. Muitas acreditam que projetos que tiverem os dois trabalhando juntos terão maiores chances de surgirem conflitos e frustrações. Seja porque um não compreende o trabalho e esforço do outro ou porque muitas vezes estas pessoas estão distribuídas em partes diferentes da empresa. No entanto, está cada vez mais claro que entrosamento entre esses especialistas é um fator crucial para o sucesso de um produto. 

O primeiro passo para começar a integrar designer e desenvolvedor é mudar ponto de vista e compreender que, para se ter um produto de sucesso, é necessário a colaboração efetiva e a comunicação aberta entre eles, afinal ambos têm o mesmo objetivo.

Antes deles trabalharem juntos em um projeto, é importante garantir que as equipes envolvidas nos dois setores conheçam e compreendam melhor o trabalho do outro.

Equipes de sucesso costumam trabalhar dentro de uma cultura de integração, promovendo a colaboração constante entre os profissionais envolvidos nos projetos. Uma equipe de trabalho unida terá mais facilidade para caminhar alinhada às metas e entregas, desenvolvendo projetos com mais agilidade, clareza e eficiência.

A ideia desse texto não é apontar quaisquer problemas ou culpar desenvolvedores ou designers por toda dificuldade; este artigo é sobre como manter esses mundos diferentes alinhados, para que todos estejam felizes, calmos, saudáveis e principalmente produtivo. Ajudar a implementar uma cultura colaborativa entre equipes é o primeiro passo para conseguir melhores resultados no desenvolvimento de seus projetos. 


UNINDO AS FORÇAS

Não existe um lado bom ou mau, possivelmente, existem diferentes pontos de vista. Não faz sentido acusar nenhuma das partes quando, no final, você tem um produto ruim e/ou colegas sobrecarregados. A culpa é sempre de ambos - o designer não contou, o desenvolvedor não perguntou, ou vice-versa.

E para evitar todo esse estresse, pode-se começar com uma simples conversa para entender como funciona o trabalho de cada um. Uma boa ideia é sentá-los lado a lado e fazê-los comentar sobre o trabalho um do outro. Se estiverem trabalhando remotamente, fazer reuniões semanais para que cada um posso explicar seus trabalhos já ajuda bastante.

No início esse movimento pode parecer estranho mas, com o passar do tempo, percebe-se que quanto mais entendemos o trabalho do outro, menores são as barreiras entre os papéis, contribuindo assim para a construção de um ambiente mais empático e colaborativo para todas as partes.

Uma outra opção para aproximação, é envolver os desenvolvedores no processo de criação e nas tomadas de decisão. Quando designers e devs trabalham juntos, as chances de estabelecer um canal de comunicação são maiores, auxiliando na troca de ideias e soluções. Além de deixar todos mais informados e engajados, o processo traz novos pontos de vista sobre o produto, gerando mais ideias de como os fluxos e elementos poderiam funcionar melhor.

Muitas vezes o designer não tem conhecimento sobre as limitações técnicas que a criação traz para o desenvolvimento. Ou o desenvolvedor não tem claro em sua cabeça como a funcionalidade ou comportamentos desenhados pelo designer deveriam funcionar. A ideia é que o designer crie um protótipo já pensando em como o desenvolvedor irá recebê-lo, sem propor ideias incoerentes e mirabolantes.

Compartilhar conhecimento e experiências é mais do que válido se estamos buscando empatia e colaboração no ambiente de trabalho. Objetivos comuns aumentam o entendimento da função e o uso do produto por todos, diminuindo as chances de surgirem criações impossíveis de se desenvolver ou complicações técnicas desnecessárias.

Bem, mas antes de qualquer coisa, existem alguns pontos críticos que precisamos observar para somente depois otimizar a integração entre designers e desenvolvedores. Enfim, para unir as habilidades desses dois grupos de maneira satisfatória, é preciso superar alguns desafios.


CONHECER MELHOR O TRABALHO DO OUTRO

Hoje em dia tem-se pouco conhecimento do trabalho um do outro o que contribui muito para que a empresa tenha dificuldade em alcançar os melhores resultados. As pessoas muitas vezes pensam: “designers desenham telas e desenvolvedores digitam código”. Mas a verdade é que é necessário entender que vai muito além disso e, quanto maior for o nível de conhecimento sobre as tarefas de cada especialista dentro desse processo de desenvolvimento de um produto, melhor será o resultado do projeto.


ENTENDER O PROPÓSITO DE NEGÓCIO DO PRODUTO

É indispensável não ter divergências na compreensão do propósito do produto que estão trabalhando, que problema ele irá solucionar e quem será o seu usuário. Esse alinhamento entre desenvolvedores e designers em relação ao entendimento das regras do produto é essencial, pois só assim será possível ter a junção das habilidades de ambos os profissionais com maior eficiência.


PADRONIZAR O TRABALHO

Quando não há um padrão de trabalho bem definido que beneficie o projeto em primeiro lugar, é possível perder muita produtividade e se deparar com uma infinidade de obstáculos como o excesso de reuniões, retrabalhos e e-mails desnecessários. Tendo uma boa gestão, desenvolvedores e designers poderão executar suas demandas de maneira mais ágil, precisa, organizada e sem perda de tempo.


COMUNICAÇÃO

A melhor maneira de alinhar designer e devs é com a velha e boa conversa. É importante que eles se aproximem mais durante a execução de seus trabalhos. Sempre terá uma coisa ou outra que poderá ser pontual para a melhor compreensão de suas características. Além disso, mesmo estando em setores diferentes, a troca de experiências sempre será importante para o crescimento da organização. Todo esse trabalho de interação resultará em soluções criativas durante o desenvolvimento de projetos.

No início esse estreitamento na comunicação pode ser um pouco desconfortável, porém, com o tempo se transforma em uma cultura valiosa para a manutenção de um time mais empático e colaborativo.


COCRIAÇÃO

Muitas vezes o designer não conhece profundamente as limitações técnicas que a criação traz para o desenvolvedor, ou desenvolvedor não entende muito bem como elementos desenhados pelo designer devem funcionar. Com essa maneira de trabalhar colaborativa e comunicando ideias de maneira clara e constante, esse problema pode acabar.

Com a aproximação da comunicação entre desenvolvedores e designers durante o trabalho, a empresa poderá se beneficiar da troca de ideias entre as equipes. Dessa maneira, a tendência é que novas soluções surjam mais frequentemente, além de abrir espaço para um maior engajamento de todos.

No âmbito empresarial compartilhar conhecimentos e experiências é muito válido e importante tanto para a empresa quanto para os profissionais. Durante o desenvolvimento de um novo projeto, em meio a tantas tarefas, o alinhamento entre esses especialistas tão importantes como o designer e o desenvolvedor será fundamental para que o produto seja entregue no prazo e com todas as funcionalidades esperadas. 

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Referências:
https://bit.ly/3pMfhpX
https://bit.ly/3GtXXgn
https://bit.ly/3pMe3eA
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